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PUC-Rio
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Jornal/Revista: O Globo Data de Publicação: 19/09/2004 Autor/Repórter: Elena Corrêa
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ALEGRIA E RABUGICE QUE DÃO AUDIÊNCIA
No ar desde segunda-feira da semana passada, “Alegrifes e rabujos” está correspondendo a expectativa de Silvio Santos que, com mais este enlatado mexicano, pretende manter os bons índices de audiência de “Amy, a menina da mochila azul”, que registrava médias entre dez e 12 pontos.
Logo no primeiro capítulo, “Alegrifes” atingiu média de 11 pontos com pico de 13. Desempenho superior ao de “Amy”, que na sua estréia, dia 26 de abril, registrou média de 8 pontos com pico de 10. Mas foi aumentando e entregou o horário das 19h à sua sucessora com dois dígitos no ibope.
A trama “Alegrifes e rabujos” (“Alegres e rabugentos”) conta a história da pequena Sofia, interpretada por Maria Chacón. Ela mora com o pai e a madrasta numa casa ao lado de uma mansão que, segundo a lenda, é mal-assombrada. Sofia vive inúmeras aventuras junto com sua turma de amigos “alegrifes”, numa fantástica e divertida luta de forças contra os “rabujos”.
Como não encontrou um casarão adequado na cidade de Tepepan, onde a novelinha foi gravada, a produtora mexicana Rosy Ocampo teve que construir uma mansão de 15 metros de altura. Foram necessárias mais de 200 pessoas para botar em prática a idéia. Todos trabalharam quase 24 horas por dia durante seis semanas, mas valeu o esforço. É ali que acontecem as cenas mais lúdicas da historinha, que, com certeza, são as que mais encantam o público infantil que lhe garante a audiência.
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Fonte: Banco de Dados TV-Pesquisa - Documento número: 102188